Críticas de Filmes

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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Crítica do Filme: Jogo Perigoso (2017) ★

                                                                                                                   🙈 #10 Visto em 10/01/2018


Jogo Perigoso (2017) 
Direção: Mike Flanagan 
        
💣
Sinopse:  Jessie (Carla Gugino) e Gerald (Bruce Greenwood) formam um casal em crise. Para salvar o casamento, eles decidem viajar a uma casa isolada, na intenção de passar um fim de semana romântico. O marido leva algemas e decide prender a esposa a cama. Ela hesita a participar do jogo erótico, mas aceita. No entanto, uma vez presa, o marido sofre um ataque cardíaco e morre. Presa à cama, sem ter a quem pedir socorro, Jessie luta pela sobrevivência enquanto se recorda de traumas na infância.

Comentário: Que filme dispensável. Não tenho dúvidas que é um dos piores filmes de 2017. A história é ruim (previsível e mal desenvolvida) e as atuações de Carla Gugino (fraquíssima) e Bruce Greenwood, totalmente canastronas. Os flashbacks, as conversas imaginárias e as "reviravoltas" em nada acrescentam para o crescimento do filme, para o desenvolvimento da narrativa. Sim, Jogo Perigoso é uma grande perda de tempo.

Produzido pela Netflix, o filme é baseado em uma história de Stephen King e dirigido por Mike Flanagan, um especialista no gênero e que possui em sua filmografia o interessante "O Sono da Morte", que recomendo. Mas nem mesmo tantos especialistas no estilo foram capazes de transformar a história original em um bom filme. 

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Crítica do Filme: Como se Tornar um Conquistador (2017) ★★1/2

                                                                                                             #06 Visto em 04/01/2018

Como se Tornar um Conquistador (2017)**1/2
Direção:  Ken Marino

 💔

Sinopse: Desde criança, Maximo (Eugenio Derbez) sonhava em se tornar rico sem precisar trabalhar. Durante a juventude, ele conhece uma viúva milionária e se casa com ela. Décadas depois, vivendo numa mansão e cercado por carros de luxo, Maximo é dispensado pela esposa. Agora, sem dinheiro e sem experiência de trabalho, ele busca abrigo na casa da irmã Sara (Salma Hayek), que leva uma rotina modesta. Aos poucos, o homem aproveitador descobre novos valores de vida.

Comentário: Sabe o que me fez assistir Como se Tornar um Conquistador? O trailer, que conseguiu vender o filme muito bem. Mas o filme decepciona? Não chegaria a afirmar isso. Apenas que não estamos diante de um grande filme. Na verdade, Como se Tornar um Conquistador é repleto de altos e baixos. E a melhor coisa do filme é a presença de Eugenio Derbez, que está ótimo no papel de Maximo. Como ponto negativo, a irregularidade do roteiro, que varia entre ótimas piadas de humor negro e outras ingênuas e repetitivas.

Também merece destaque as atuações do trio de coadjuvantes. Nesse sentido, Salma Hayek, Raphael Alejandro e Rob Lowe estão ótimos. Outro mérito da obra é a relação entre Maximo, sua irmã e sobrinho. entre as melhores piadas do filme estão a cena inicial (repleta de humor negro), as hilariantes aulas de Maximo ensinando o sobrinho a ser um 'latin lover", e todas envolvendo a tentativa de um homem maduro (próximo dos 50 aos), tentar ser sedutor e novamente um garanhão. 

Quer apostar em uma comédia que se encaixaria facilmente no perfil das Sessões da Tarde? Tenha a certeza que Como se Tornar um Conquistador é um bom filme nesse sentido.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Crítica do Filme: Boneco de Neve (2017) *

Direção: Tomas Alfredson
Elenco: Michael Fassbender, Rebecca Ferguson, Charlotte Gainsbourg, Jonas karlsson, J.K Simmons, Val Kilmer

Sinopse: Oslo, Noruega. Harry Hole (Michael Fassbender) é um policial reconhecido pelos casos resolvidos no passado, mas que sofre com problemas de alcoolismo. Após encontrar por acaso com a agente novata Katrine Braft (Rebecca Ferguson), ele passa a investigar o desaparecimento de uma série de mulheres. A peculiaridade é que o responsável enviou ao próprio Harry um cartão enigmático, com a imagem de um boneco de neve, que está sempre presente nos locais onde as vítimas são atacadas.

Minha Crítica: Não sei se Boneco de Neve é o pior filme do ano, mas que é a maior decepção do ano, disso eu tenho certeza. Pensem bem. O filme é uma mistura de ingredientes que tinha tudo para dar certo. Um livro de sucesso + um grande astro (Michael Fassbender) + Rebecca Ferguson + uma premissa interessante + direção de Tomas Alfredson (Deixa Ela Entrar/ O Espião que Sabia Demais). Mas o filme é um erro por completo. 

A única coisa que se salva nesta adaptação do livro homônimo do escritor norueguês Jo Nesbø é a fotografia. Entretanto, tal embalagem não consegue compensar os problemas narrativos apresentados já na meia hora inicial, e que se agravam à medida que o filme avança. E entre tantas coisas ruins, a pior delas é o roteiro - repleto de furos, personagens mal elaborados e um final absurdamente ridículo.

Sinceramente, não gosto de "cravar" uma opinião definitiva, mas te garanto que, além de maçante, Boneco de Neve é uma grande perda de tempo. 



domingo, 3 de dezembro de 2017

Crítica do filme: Logan Lucki: Roubo em Família (2017) **1/2

Direção: Steven Soderbergh
Elenco: Channing Tatum, Adam Driver, Daniel Craig, Katie Holmes, Hilary Swank

Sinopse: Durante uma corrida de automóveis da NASCAR, os irmãos Jimmy Logan e Clyde tentam realizar um ambicioso assalto. Para tanto, eles precisam da ajuda de Joe Bang, especialista em explosivos, que está preso. Com isso, elaboram um plano para que Joe deixe a prisão sem ser notado, de forma que possa realizar o trabalho.

Minha Crítica: Lamentavelmente a cada filme que realiza o diretor Steven Soderbergh deixa para trás todo o talento demonstrado no excepcional Traffic (2000), ou nos competentes "Irresistível Paixão" (1998); "Sexo, Mentiras e Videotape"(1989) e "Erin Brockovich" (2000), para apostar em obras irregulares, como o seu novo filme, Logan Lucki (2017).

Nos últimos anos, Soderbergh, que havia até cogitado uma aposentadoria (precoce?), tem colecionado filmes ruins. Neste quesito, vale a pena mencionar A Toda Prova (2011), Magic Mike (2012), Contágio (2011) e Terapia de Risco (2013). Mas entre eles há uma pequena joia, Minha Vida Com Liberace (2013), um filme feito para TV, produzido pela HBO, e que possui uma atuação monstruosa de Michael Douglas. 



Voltando a Logan Lucki, o filme até que começa bem, com um premissa interessante e bons personagens. Sempre combinando a típica estrutura de filme de assalto com comédia. Mas ao longo da trama, se perde entre personagens mal utilizados (como os de Daniel Craig, Katie Holmes e principalmente Hilary Swank) e uma história tantas vezes levada às telas. 

Apesar de remeter diretamente a Onze Homens e um Segredo, também dirigido por Soderbergh, o filme também utiliza diálogos e situações inusitadas, tal qual as obras dos irmãos Coen, para fisgar o espectador. Mas tudo é feito as pressas. Sendo assim, o resultado final é repleto de altos e baixos.

Apesar do carisma de Channing Tatum, e da presença de Adam Driver, responsável pelos melhores momentos da obra, o filme se perde entre reviravoltas rocambolescas e um "sentimentalismo barato". Não chega a ser uma perda de tempo, mas sua história repleta de "furos" não me agradou. 

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Crítica do filme: O Matador (2017) **1/2

Direção: Marcelo Galvão
Elenco: Diogo Morgado, Thaila Ayala, Etienne Chicot, Paulo Gorgulho 


Sinopse: 1940, interior de Pernambuco. Criado por um caçador, Sombra abandona a vida reclusa no meio do mato para procurar seu verdadeiro pai na cidade grande. Descobre que ele foi um matador envolvido no comércio de pedras preciosas e decide seguir seus passos. O território é sem lei e matar está em seu sangue.

Minha Crítica: O Matador, produção original Netflix, é na realidade um western que se passa no nordeste brasileiro. Dirigido por Marcelo Galvão (Colegas), a obra foi premiada no último Festival de Gramado pela  Fotografia e Trilha Sonora. Apesar de tentar ser surpreendente, e impactante, o filme é repleto de "altos e baixos".

E o filme começa muito mal. Tentando passar uma imagem de 'cuidado estético", ele abusa de paisagens artificiais (até mesmo nas carcaças dos gados) e efeitos especiais de péssima qualidade (como na cena do ataque a criança). Além de utilizar uma introdução totalmente previsível em relação ao epílogo. Na realidade, o grande problema do filme é o roteiro, perdido entre uma coisa e outra, tentando ser um filme de "ação com conteúdo".

As atuações, assim como a maquiagem, também são equivocadas e mal elaboras. Mas o filme não é um fracasso, na realidade, melhora muito durante o seu desenvolvimento, mas termina da mesma forma que começou, sem impressionar. 


Destaque para as cenas de ação, bem feitas, e pelos momentos de conflito entre os personagens. Repleto de cenas fortes, seja de violência ou sexo, a obra consegue dominar a atenção do espectado, como na sequencia em que o personagem de Paulo Gorgulho vai até a delegacia local, ou invade a casa do "francês", o grande vilão do filme. Fora estes, e outros momentos, O Matador é apenas uma obra genérica, nada especial. 

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Os Melhores Filmes de 2017 até agora


Já estamos em novembro e muitos filmes já passaram pelos cinemas brasileiros. Posso afirmar que estamos no meio da "temporada de premiações". Período no qual os estúdios e distribuidoras já começam as campanhas para emplacar suas produções no Oscar, no Globo de Ouro, nos SAGs e nas renomadas listas dos críticos, que servem de parâmetro para cinéfilos e votantes. Além disso, os principais festivais de cinema do mundo já aconteceram, e já indicaram quais os filmes que merecem ser vistos, descobertos ou premiados.

História

Para quem acompanha meu blog, e ainda não sabe, além de jornalista cultural e crítico de cinema, sou na verdade um cinéfilo inveterado. Comecei a anotar a todos os filmes que assisti a partir de 1998, e de lá para cá, já vi aproximadamente 10 mil, todos devidamente catalogados. Em 2001, comecei minha coleção de filmes (DVD e Blu-ray) com a intenção de possuir os meus 100 filmes prediletos. A coleção foi aumentando, a minha obstinação também, e o que era para ser uma coleção de melhores filmes se tornou um resumo do “melhor da história do cinema”.


E no meio dessa loucura cinematográfica, fico perdido entre assistir a um lançamento, rever um dos meus filmes prediletos ou me aventurar na minha imensa coleção de raridades. Dessa forma, tento montar “festivais de cinema” e me guiar pelas principais premiações do mundo. Sem esquecer de priorizar os filmes que entram em cartaz ou que fazem parte da construção de um determinado cineasta.

Melhores do Ano

Mas a lista começa com um “porém”. Embora muitos críticos, blogs e cinéfilos também apresentem listas de melhores filmes no fim do ano, a minha segue um padrão um pouco diferente. Como catalogo todos os filmes que vejo, e também os que possuo em minha coleção, a lista sempre segue o padrão do ano de produção, isto é, o ano em que o filme estreou nos cinemas mundiais. E levo em conta, sua participação em festivais de cinema e também sua legibilidade para o Oscar. 

Exemplo: os filmes que disputaram o Oscar, Globo de Ouro e Cannes em 2016, mas só estrearam no Brasil em 2017, estão fora da minha lista, pois não levo em conta o calendário de estreias no Brasil.

Como de costume, é claro que nem todos irão concordar com os filmes aqui apresentados. Mas lembre-se que minha opinião é baseada em minha subjetividade e repertório cinematográfico.💥Espero que gostem e se possível, deixem sua opinião sobre os melhores filmes de 2017 até o momento



IT: A Coisa (2017) 
Direção: Andy Muschietti

Sinopse: Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado "Losers Club" - o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do "Losers Club" acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise.

Comentário: "IT- A Coisa" perceptivelmente flerta com a série Stranger Things, como também com outras obras clássicas do escritor Stephen King, como "Conta Comigo" e "O Apanhador de Sonhos". Ótimos personagens, muitos sustos e uma história envolvente. Esses são os principais elementos que já colocam o filme como uma das melhores obras do gênero nos últimos tempos.

Vida (2017) 
Direção: Daniel Espinosa

Sinopse: Seis astronautas estão em uma estação espacial, cujo objetivo maior é estudar amostras coletadas no solo de Marte. Dentre elas está um ser unicelular. Tal descoberta é intensamente celebrada por ser a primeira forma de vida encontrada fora da Terra, sendo que um concurso mundial elege seu nome: Calvin. Só que, surpreendentemente, este ser se desenvolve de forma bastante rápida, ganhando novas células e uma capacidade inimaginável.

Comentário: O grande mérito do filme é o roteiro, escrito pelos mesmos roteiristas de Deadpool (2016). Sinceramente, não posso deixar de comparar “Vida” a Alien – O Oitavo Passageiro (1979), e apesar da grande semelhança, é inegável que a obra não fica devendo em nada ao “clássico inspirador”.



Logan (2017) 
Direção: James Mangold

Sinopse: Em 2029, Logan (Hugh Jackman) ganha a vida como chofer de limousine para cuidar do nonagenário Charles Xavier (Patrick Stewart). Debilitado fisicamente e esgotado emocionalmente, ele é procurado por Gabriela (Elizabeth Rodriguez), uma mexicana que precisa da ajuda para defender a pequena Laura Kinney . Ao mesmo tempo em que se recusa a voltar à ativa, Logan é perseguido pelo mercenário Donald Pierce (Boyd Holbrook), interessado na menina.

Comentário: Logan é um grande filme. Uma das melhores obras do gênero na história do cinema já realizado. Além disso, a atuação de Hugh Jackman é fantástica, assim como a valorização da humanidade dos personagens. Ponto alto do roteiro. No filme, os efeitos especiais, tão referenciados em obras semelhantes, dão lugar a cenas comoventes e momentos reflexivos.

Bingo - O Rei das Manhãs (2017) 
Direção: Daniel Rezende


Sinopse: Cinebiografia de Arlindo Barreto, um dos intérpretes do palhaço Bozo no programa matinal homônimo exibido pelo SBT durante a década de 1980. Barreto alcançou a fama graças ao personagem, apesar de jamais ser reconhecido pelas pessoas por sempre estar fantasiado. Esta frustração o levou a se envolver com drogas, chegando a utilizar cocaína e crack nos bastidores do programa.

Comentário: Engraçado, dramático e dono de uma edição alucinante, "Bingo - O Rei das Manhãs" diverte, hipnotiza e espanta os seus espetadores com uma história inacreditável, mas baseada em fatos reais. Além disso, é um sedutor e debochado retrato dos anos 1980.


Em Ritmo de Fuga(2017) 
Direção: Edgar Wright

Sinopse: O jovem Baby (Ansel Elgort) tem uma mania curiosa: precisa ouvir músicas o tempo todo para silenciar o zumbido que perturba seus ouvidos desde um acidente na infância. Excelente motorista, ele é o piloto de fuga oficial dos assaltos de Doc (Kevin Spacey), mas não vê a hora de deixar o cargo, principalmente depois que se vê apaixonado pela garçonete Debora (Lily James).

Comentário: Alucinante, divertido e "cool". Em Ritmo de Fuga é simplesmente brilhante. Apesar da história já ter sido levada às telas por diversas vezes, ainda assim é diferenciado. No estilo de direção de Edgar Wright, nos ótimos personagens e na excelente trilha sonora. Diversão garantida.




Corra (2017) 
Direção: Jordan Peele

Sinopse: Chris (Daniel Kaluuya) é jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador.

Comentário: Sem grandes nomes no elenco, e resultado do primeiro trabalho como diretor do ator e roteirista Jordan Peele, Corra! é uma das melhores surpresas cinematográficas de 2017. Dono de uma história original, dominada por uma crítica racial e uma condução talentosa de Peele, o filme é eficiente na mistura de suspense e humor, e resulta em um trabalhado hipnótico e imperdível.


Alien: Covenant (2017) 
Direção: Jordan Peele

Sinopse: Viajando pela galáxia, a nave colonizadora Covenant tem por objetivo chegar ao planeta Origae-6. Um acidente cósmico faz com que Walter (Michael Fassbender), o androide a bordo da espaçonave, seja obrigado a despertar os 17 tripulantes da missão. Em meio aos consertos, eles descobrem um planeta desconhecido, que abrigaria as condições necessárias para abrigar vida humana.Mas ele abriga seres mortais.

Comentário: Além da história ser muito bem desenvolvida e repleta de suspense, o filme chama mesmo a atenção quando a ação tem inicio, depois disso, é difícil não se deixar levar pelas reviravoltas no roteiro. E novamente o destaque é o personagem protagonizado por Michael Fassbender.



Fragmentado (2017) 
Direção: M. Night Shyamalan

Sinopse: Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.

Comentário: Dirigido por M. Night Shyamalan, Fragmentado marca o reencontro do cineasta com uma obra praticamente incontestável. Original e muito bem desenvolvido, o clima de suspense, aliado a ótima atuação de James McAvoy, tornam o filme um dos melhores do ano. 





Lady Macbeth (2017) 
Direção: William Oldroyd

Sinopse: Katherine (Florence Pugh) está presa a um casamento de conveniência. Casada com Boris Macbeth (Christopher Fairbank), a jovem agora se vê integrante de uma família sem amor. É só quando ela embarca em um caso extraconjugal com um trabalhador da propriedade do marido que as coisas começam a mudar. Ela só não contava que isso iria desencadear vários assassinatos.

Comentário: Lady Macbeth é surpreendente. O grande destaque? A atuação de Florence Pugh, em uma personagem forte e imprevisível. Alias, a imprevisibilidade é um dos méritos da obra. O filme é violento, sensual, visceral e, mesmo que não agrade o grande público, não sai da cabeça do seu espectador.

Blade Runner 2049 (2017) 
Direção: Denis Villeneuve


Sinopse: Uma nova espécie de replicantes é desenvolvida, de forma que seja mais obediente aos humanos. Um deles é K (Ryan Gosling), um blade runner que caça replicantes foragidos. Mas ele descobre um fascinante segredo: a replicante Rachel (Sean Young) teve um filho, mantido em sigilo até então. A possibilidade de que replicantes se reproduzam pode desencadear uma guerra deles com os humanos, o que faz com que a tenente Joshi (Robin Wright), chefe de K, o envie para encontrar e eliminar a criança.

Comentário: Nostálgico, repleto de reviravoltas e com um visual estonteante, Blade Runner 2049 possui todos os elementos que tornaram o original um filme cultuado.