Críticas de Filmes

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domingo, 20 de abril de 2014

Crítica do Filme: Até que a sorte nos separe 2(2013) *

Direção: Roberto Santucci
Elenco: Leandro Hassum, Camila Morgado, Jerry Lewis e Arlete Salles.

Sinopse: Três anos depois, Tino (Leandro Hassum) e Jane (Camila Morgado) estão mais uma vez em dificuldades financeiras. O saldo bancário do casal é salvo graças ao inesperado falecimento de tio Olavinho, que deixou uma herança de R$ 100 milhões a ser dividida igualmente entre Jane e sua mãe, Estela (Arlete Salles). Como o último desejo do tio foi que suas cinzas sejam jogadas no Grand Canyon, Tino aproveita para levar a esposa e dois de seus filhos para conhecer Las Vegas. Entretanto, ele se empolga com a jogatina de um cassino e perde todo o dinheiro ganho por Jane na mesa de pôquer.

Meus Comentários: Se o primeiro Até que a Sorte nos Separe (2012), já era debilitado cinematograficamente e com poucas “tiradas” engraçadas, essa sequência é ainda inferior e totalmente desnecessária, alias o único interesse dos produtores era em relação a tentar repetir o mesmo sucesso nas bilheterias do primeiro filme e o resultado foi ainda melhor. Até que a Sorte nos Separe 2 conseguiu ser o filme brasileiro de maior sucesso de público nos últimos anos e a maior bilheteria em sua semana de estreia em 2012. Infelizmente os grandes sucessos do cinema nacional estão normalmente entrelaçados a obras de péssimo gosto e que são verdadeiros desastres cinematográficos e onde fracas atuações, roteiros nada originais e direções com cara de programas de televisão estão sempre presentes.

Nada salva o fraco roteiro do filme e as situações infantis e sem um pingo de graça pelas quais os personagens acabam entrando (algumas absurdas). Sem falar que o personagem de Leandro Hassum(sempre o mesmo), é constantemente exagerado, repetitivo e cheio de caras e bocas, tudo de maneira bem superficial, contrastando e muito com o grande Jerry Lewis, que chega a fazer uma ponta no filme, assim como o lutador Anderson Silva (só para dar uma ideia da “grande qualidade artística ou mesmo seriedade do mesmo).

Até que a Sorte nos Separe é muito ruim e eu ainda fico incrédulo de como os espectadores brasileiros ainda são hiper influenciado pela TV e seus fracos personagens.