Críticas de Filmes

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sexta-feira, 27 de maio de 2016

Crítica: X-Men Apocalipse (2016) ***

Direção: Bryan Singer
Elenco: James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Oscar Isaac, Sophie Turner, Nicholas Hoult, Evan Peters
Sinopse: Também conhecido como Apocalipse, En Sabah Nur (Oscar Isaac) é o mutante original. Após milhares de anos, ele volta a vida disposto a garantir sua supremacia e acabar com a humanidade. Ele seleciona quatro Cavaleiros nas figuras de Magneto (Michael Fassbender), Psylocke (Olivia Munn), Anjo (Ben Hardy) e Tempestade (Alexandra Shipp). Do outro lado, o professor Charles Xavier (James McAvoy) conta com uma série de novos alunos, como Jean Grey (Sophie Turner), Ciclope (Tye Sheridan) e Noturno (Kodi Smit-McPhee), além de caras conhecidas como Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult) e Mercúrio (Evan Peters), para tentar impedir o vilão.

Meu Comentário: Como é bom assistir a um filme de herói que valoriza acima de tudo a sua história. Não que X-Men Apocalipse seja perfeito. Muito ao contrário, o filme falha principalmente em não dar continuidade aos filmes anteriores. Mas ainda assim, possui um roteiro bem amarrado, personagens cativantes e efeitos especiais incríveis. Características que fazem o filme agradar a “gregos e troianos”. E sinceramente o filme me deixou extremamente.

X-Men Apocalipse não é um filme de ação, é um filme de super-heróis, ou melhor, mutantes. Com uma história muito bem contada, sem efeitos especiais desnecessários, nem cenas confusas e mal realizadas em prol do espetáculo, o filme se destaca apostando na biografia dos seus personagens. Suas motivações, e principalmente, seus erros e acertos. É um filme que trabalha muito mais o psicológico desses mutantes, do que propriamente está preocupado em batalhas incríveis – algo tão habitual em filmes do gênero.

Retornando a suas imperfeições, como a falta de continuidade da série, outro problema na obra é o vilão Apocalipse, que sinceramente o achei sem nenhum impacto. Em compensação, Magneto rouba o filme novamente e é dele, os mais memoráveis momentos do filme, que para ser justo, tenho que os dividir com Mercúrio – novamente protagonizando cenas espetaculares.